A morte ou o futuro do balé

O balé foi proclamado como arte morta pela crítica e ex-dançarina Jennifer Homans. Não há mais novidade nessa dança clássica, apenas a exibição de habilidades atléticas, diz a autora de Apollo’s Angels, uma história do balé, e viúva do historiador Tony Judt. A temporada do American Ballet Theatre, no entanto, continua bombando – a Metropolitan Opera House lota com as apresentações, como a de ontem do Swan Lake (O Lago dos Cisnes), com Julie Kent e Jose Manuel Carreño. (O bailarino cubano está saindo do ABT, onde entrou em 1995.)

Joan Acocella, a crítica da dança da New Yorker, apontou o russo Alexei Ratmansky, artista residente do ABT, como o futuro do balé. Ele misturaria em suas criações a influência da era soviética com as inovações promovidas pelo ocidente. Joan diz que ele pode ser a resposta para a partida de George Balanchine e Merce Cunningham. Ela lembra que nas últimas três décadas os maiores coreógrafos morreram, mas o balé ainda não, e Ratmansky, de 41 anos, poderia ser a prova.

Saiba mais sobre essa polêmica abaixo.

Leia a entrevista (em português) com Jennifer Homans, publicada no Caderno 2 do jornal O Estado de S. Paulo em 6 de março em 2011.

Última dança?

Leia o perfil de Alexei Ratmanksy escrito por Joan Acocella para The New Yorker.

PROFILES

Dance with Me

Alexei Ratmansky, the most sought-after man in ballet.

by Joan Acocella

JUNE 27, 2011

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