The gutter press

News of the World é o epicentro de um dos maiores escândalos do jornalismo britânico, talvez mundial. Magnata da mídia, Rupert Murdoch é o dono do periódico. Não é possível saber se a imagem de Murdoch, queridinho dos políticos, que o temem em demasia, será abalada. Esse escândalo é um efeito natural de um homem de comportamento amoral que concentra poder demais. Não é espantoso saber que donos de jornal e políticos fazem conluios. O que assusta é até hoje jornalista fazer jogo sujo porque se acha amigo do patrão. Desonestidade, porém, nem sempre é premiada.

Leia abaixo perfil de Ken Aulleta para The New Yorker, publicado em 13 de novembro de 1995. Há mais de 15 anos, Murdoch era chamado de o pirata das comunicações.

Três dos trechos mais fortes:

Murdoch is a pirate; he will cunningly circumvent rules, and sometimes principles, to get his way, as his recent adventures in China demonstrate.

Joe Roth, who successfully ran the Fox studio for Murdoch and has called him a “visionary,” nevertheless suggests that he can be coldly amoral. “I think of him in business as a guy who will do whatever he needs to do to get it done.”

Unlike the Sulzbergers or the Grahams, William Paley, or Henry Luce—no matter their many flaws and sometimes outrageous vices—Murdoch will leave no monument except a successful corporation. He has boldly built a worldwide company, but he has rarely elevated taste or journalism.

The pirate

ANNALS OF COMMUNICATIONS

THE PIRATE

by Ken Auletta

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